
Nos últimos dez anos, quem mais ascendeu socialmente e registrou crescimento na renda foram os mais pobres, que constituem a chamada classe C. Este fenômeno refletiu diretamente na economia, uma vez que esta parcela da população passou a gastar mais com serviços. Este novo consumidor brasileiro foi objetivo de análise em painel durante a ABTA 2014, evento que ocorre em São Paulo de 5 a 7 de agosto.

Existe, sim, espaço para operadoras locais e de menor porte de TV por assinatura, mas atuar neste mercado não é tarefa fácil. Aliás, está longe disto: requer planejamento financeiro e estratégico, inovação para se diferenciar no mercado e muita atenção aos custos.

Capitais importantes de Estados brasileiros, como São Paulo e Rio de Janeiro, farão o desligamento da TV analógica e migração para TV digital, para dar lugar na frequência de 700 MHz para o serviço da quarta geração de telefonia móvel, em 2016.

Praticidade e preço têm levado cada vez um número maior de pessoas a fazer compras por meio da internet. A Pesquisa de Crimes Eletrônicos 2014, feita pela Federação do Comércio (Fecomercio) sobre o comportamento dos usuários na internet entrevistando mil usuários no município de São Paulo em maio deste ano, mostrou que 58,6% dos respondentes fazem aquisições pela internet, um porcentual um pouco maior que o identificado em 2013, de 55,9%.

A lei n° 12.737/2012, popularmente batizada de “Lei Carolina Dieckmann”, é conhecida por 62,3% dos respondentes da Pesquisa de Crimes Eletrônicos 2014, feita pela Fecomercio sobre o comportamento dos usuários na internet entrevistando mil usuários no município de São Paulo em maio deste ano. No entanto, 86% deles acham que a lei não é suficiente.

Redes definidas por software também têm espaço junto aos provedores de internet. “Há uma vantagem enorme para os ISPs, mesmo para aqueles que não dispõem de rede própria”, pontua;Fabio Medina, gerente-geral para América Latina da Ciena. A explicação é que;eles ganham flexibilidade e conseguem gerenciar melhor a largura de banda para prover capacidade sob demanda aos clientes.