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Inovação não cai do céu - mas o Pace Port promete deixar bem mais fácil

11 de fevereiro de 2026

por Redação The Shift

Inovação não cai do céu - mas o Pace Port promete deixar bem mais fácil

A TCS atende mais de 400 empresas na América Latina e cerca de 150 empresas no Brasil. Em torno de 97% das nossas vendas vêm de clientes que já estavam conosco no ano passado. É uma empresa que cresce com seus clientes, com seus parceiros. E à medida que crescemos, trabalhamos a inovação para essas empresas.

Você imagina que uma determinada empresa tem um problema que pode ser muito parecido com o de uma empresa na França ou o contrário, essa empresa francesa poderia contar com uma solução de uma startup brasileira ou uma pesquisa desenvolvida por uma universidade daqui. O que esse centro de inovação instalado no Insper vai permitir é conectar o vem do mundo para cá, da mesma forma que vai levar o que tem aqui lá para fora. Quanto maior essa rede e maior a troca de informação, maior a maximização da inovação.

Neste primeiro trimestre de operação, vamos tratar de problemas de cinco empresas. No próximo trimestre, quero contar com pelo menos 12 empresas e depois chegar a 24 empresas, que eu acho que é a capacidade, um pouco menos, um pouco mais. As empresas vão trabalhar com startups e com toda a nossa rede para acelerar o desenvolvimento de soluções para esses problemas.

Eu enxergo tudo como um grande desafio matemático.

Imagine uma mineradora e toda a complexidade de desafios do negócio, que pode incluir redução de custo, como atingir novos mercados, economizar energia, enfim, qualquer questão. Muitos desses problemas podem ter sido discutidos e solucionados por nossa rede global de cientistas e times de inovação e esse conhecimento pode ser aplicado aqui sem que você tenha de começar do zero. Aplicamos uma metodologia em que, depois de oito semanas, a gente debate tudo o que enxergou no mundo, quais as alternativas de caminho e qual o futuro.

Robótica é uma área em aceleração. O custo dos compostos e da aplicação caiu muito. Quando a gente fala de Robótica, está falando de drones e de cibersegurança. E, claro, Inteligência Artificial. A IA se tornou um termo comum, mas agora com os agentes, a IA vai acontecer. E dentro dessas tecnologias você tem diferentes soluções para supply chain, transformação digital, low-code. Para cada cenário,teremos muitas soluções que abarcam o conhecimento dentro do conceito de co-inovação.

 A pergunta que as empresas têm de fazer agora é: os parceiros que eu tenho me ajudam na jornada de inovação? Para crescer nos próximos 20, 30, 40 anos, como vou conduzir essa jornada? Quem vai me ajudar a manter a empresa à frente do seu tempo?

No Pace Port, que é um espaço de mil e tantos metros quadrados, vamos trabalhar essa interface com os clientes, com o mercado. O nosso desenvolvimento se dá mesmo em Londrina, onde temos um laboratório de IA e nosso delivery center, o maior da Região Sul, com um volume grande de investimentos para formação de jovens. Este ano devemos fechar com 700 trainees em um programa que envolve treinamento e certificações de empresas como Google e Microsoft.

Na formação dos profissionais, trabalhamos muitas trilhas diferentes. Temos trilha de low-code (Mendix, OutSystems), RPA, IA e brevemente de cripto, cloud e cibersegurança. Essas trilhas estão disponíveis para as pessoas que podem ganhar mais competências e aumentar sua “carteira”, vamos dizer, para trabalhar com outra tecnologia correlata.Nossa visão é desenvolver esse profissional jovem, capacitá-lo para que ele possa reduzir a lacuna de talentos em tecnologia.

Um desafio comum é tirar a inovação da pesquisa e levar para o mundo prático. Como essa inovação que está sendo desenvolvida por uma startup pode encontrar um lugar para se encaixar.

O raciocínio tem que partir sempre do problema. Quais são as soluções que podemos encontrar para esse problema? Não adianta só chegar com um estudo e falar “está aqui, pode ler”. Tem toda uma metodologia em que a liderança do cliente tem que entender se aquela solução é para seu problema, se considerou determinados pontos do processo da empresa, saber se já foi tentado daquele jeito. É um entendimento das possibilidades, soluções e de que caminho seguir.

A dificuldade é manter a cadência para conseguir ser muito efetivo nesse modelo. A jornada para cada cliente tem que ter alta qualidade, ser bem trabalhada, trazer o melhor do mundo da inovação.

É uma situação em que você tem o problema, tem o time, conhecimento e competência, e tem que ter um bom trabalho para consolidar isso em algo bem construído para que a jornada tenha efetividade. Então, é um trabalho de organização, gestão, de cuidado, para que a gente tenha aí os primeiros nove meses muito bem feitos e avançar continuamente. Porque as organizações têm desafios contínuos, têm novas demandas e o Pace Port estará lá aportando esse processo de transformação e inovação junto com eles.

Ter grandes clientes que estão trabalhando hoje sua transformação digital de forma expandida e se tornando cada vez mais capazes, é o que eu quero ver. É como pensar no corpo e saber que seu sistema imunológico está sempre trabalhando para que o corpo seja mais eficiente. É esse paralelo que a gente poderia considerar.

Leia a entrevista completa no site da The Shift.


 

Conteúdo originalmente produzido e publicado por The Shift.
Reprodução autorizada exclusivamente para a Abranet. A reprodução por terceiros, parcial ou integral, não é permitida sem autorização.

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