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  4. Gina Marques Duarte assume como nova CEO da EAF

Gina Marques Duarte assume como nova CEO da EAF

08 de janeiro de 2026

por Redação Abranet*

Gina Marques Duarte assume como nova CEO da EAF

A EAF anunciou a nomeação de Gina Marques Duarte como sua nova CEO. Ela assume a partir desta sexta-feira (09/01). Com carreira construída majoritariamente no setor de telecomunicações, a executiva reúne passagens por operadoras como Claro, Telefônica e Brasil Telecom, além de experiências em empresas como Ambev, Grupo Solvi e Postal Saúde. 

 

Ao longo de sua trajetória, atuou em processos de transformação organizacional, gestão financeira e governança corporativa, com forte foco na integração entre estratégia, execução e resultados de longo prazo.

 

Formada em Engenharia Eletrônica, Gina Marques tem MBA em Finanças pelo IBMEC, possui pós-MBA em Governança Corporativa pela Saint Paul Escola de Negócios, com extensão na London School of Economics, e atualmente cursa mestrado em Gestão e Políticas Públicas na FGV-SP.

 

Ao assumir a liderança da EAF, Gina ressalta a relevância e a maturidade do modelo institucional da entidade e projeta os próximos passos da organização. “Assumo este desafio com a convicção de que o modelo de entidades privadas voltadas à execução de políticas públicas é um caminho sólido e eficiente, especialmente quando alia governança, agilidade e compromisso com resultados. O futuro da EAF passa por aprofundar a conectividade significativa, garantindo que os projetos gerem impacto concreto na vida das pessoas, ampliem o acesso à infraestrutura de comunicação e contribuam para o desenvolvimento social e econômico do país”, afirmou, em nota à imprensa, a nova CEO.

 

À frente da entidade, Gina Marques será responsável pela condução de projetos de alcance nacional voltados à inclusão digital e social, como o Brasil Antenado, que garante acesso à TV aberta e gratuita para famílias inscritas no Cadastro Único residentes em localidades sem cobertura de TV terrestre, e o Norte Conectado, iniciativa estratégica de implantação de fibra óptica subfluvial na Amazônia Legal, conectando municípios, comunidades ribeirinhas e povos indígenas, com baixo impacto ambiental.

 

Leandro Guerra, que esteve à frente da EAF desde sua fase de estruturação, anunciou sua saída do cargo de CEO em dezembro. Ao longo dos últimos anos, liderou a consolidação institucional da entidade e a entrega de projetos estratégicos para a política de conectividade do país.

 

“Foi um período de construção intensa, marcado pelo trabalho coletivo de uma equipe altamente qualificada, pelo engajamento da diretoria e pelo compromisso permanente com entregas feitas com qualidade, celeridade e responsabilidade pública coordenadas pelo Gaispi / Anatel. Juntos, conseguimos antecipar em mais de um ano a liberação da faixa de 3.5 GHz, viabilizando a implantação do 5G no Brasil, avançar na entrega de infovias estratégicas na Amazônia e ampliar programas que levam conectividade e TV digital à população. Levo comigo o orgulho do trabalho realizado e minha gratidão a todos que fizeram parte dessa trajetória”, destaca Guerra.

 

 

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    13 de setembro de 2023 | Redação da Abranet

    O Banco Central (BC) informou que, em 50 dias de projeto piloto, 500 transações foram bem sucedidas no Drex, a moeda digital brasileira, e 11 instituições operam na rede. Segundo a autoridade monetária, os participantes do programa começaram a ser incorporados à plataforma no fim de julho. De lá para cá, vários tipos de operações têm sido simuladas, tanto no atacado quanto no varejo, disse o BC. De acordo com a autarquia, a primeira emissão de títulos públicos federais na plataforma Drex para fins de simulação foi realizada nessa segunda-feira (11). Cada um dos participantes já habilitados recebeu uma cota da versão para simulação dos títulos públicos e, a partir de então, podem iniciar também a simulação de procedimentos de compra e venda desses títulos entre eles e entres clientes simulados, afirmou. Vários tipos de operações têm sido simuladas tanto no atacado quanto no varejo – como criação de carteiras, emissão e destruição de Drex e transferências simuladas entre bancos e entre clientes. Todos os participantes conectados já realizaram ao menos alguns desses tipos de transações, sendo que cerca de 500 operações foram conduzidas com sucesso. A primeira fase do piloto deve ser encerrada no meio de 2024, com o desenvolvimento ainda de outras facilidades na fase seguinte. A cada semana, um tipo novo de operação é realizado pelas instituições participantes. Todas essas transações são apenas simuladas e se destinam ao teste de infraestrutura básica do Drex, que ainda não conta com a soluções de proteção à privacidade que serão testadas ao longo do Piloto Drex, ressaltou o BC.

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