sobregrupos de trabalhoeventos
publicações
notíciasrevistaswhitepaperscanal abranetmídia
contato
  • Fone (11) 3078-3866
  • WhatsApp +55 11 94528-2739
  • E-mail sec@abranet.org.br
Rua MMDC, 450, cj 304, Butantã, São Paulo-SP, 05510-000
Conheça nosso podcast Pensai!
#005 - Marketing e IA: conversa com Thiago Gonçalves, Country Manager da Blip México
#005 - Marketing e IA: conversa com Thiago Gonçalves, Country Manager ...
01h00/30 abr 2025
/
YouTubeSpotifyInstagram
Copyright © 2014 - 2025
Abranet - Associação Brasileira de Internet
Produzido e gerenciado por Editora Convergência Digital / Site criado pela SENNO
  1. home
  2. publicações
  3. notícias
  4. Nota de apoio ao Plano da Aliança Nacional de Combate às Fraudes Digitais Bancárias

Nota de apoio ao Plano da Aliança Nacional de Combate às Fraudes Digitais Bancárias

03 de dezembro de 2025

por Press release

Nota de apoio ao Plano da Aliança Nacional de Combate às Fraudes Digitais Bancárias

O Fórum Técnico de Entidades de Meios de Pagamento, que congrega ABBC, Abecs, Abranet, Abipag, Febraban e Zetta, em conjunto com o Ministério da Justiça e Segurança Pública e demais entidades setoriais, apoia e reforça a importância do Plano da Aliança Nacional de Combate a Fraudes Digitais Bancárias, realizada hoje  — um marco institucional que consolida, pela primeira vez, um esforço coordenado entre governo e setor privado para enfrentar, de forma estruturada e contínua, crimes financeiros digitais no país.

 


O Plano nasce com mais de 20 iniciativas concretas, cobrindo todo o ciclo de prevenção e resposta: educação e conscientização dos usuários, aprimoramento de processos de mitigação de riscos, compartilhamento de dados, capacitação, atendimento às vítimas, repressão e recuperação de ativos.
Para o Fórum, o lançamento do Plano reafirma uma mensagem essencial: é preciso apoiar a inclusão e competição com articulação entre as associações e governo para combate às fraudes digitais, que só é eficaz quando todos os elos do ecossistema atuam de forma integrada, compartilhando inteligência, fortalecendo processos e ampliando a capacidade de resposta. A assinatura do Plano consolida essa visão, transformando cooperação multissetorial em política permanente de Estado.

 


O Fórum reforça que seguirá contribuindo tecnicamente para a execução das ações previstas e para o aprimoramento contínuo das estratégias de segurança que protegem milhões de brasileiros e sustentam a integridade do ambiente de pagamentos no país.

 


“O Plano inaugura uma arquitetura coordenada de enfrentamento às fraudes digitais, com mecanismos que fortalecem a rastreabilidade, a padronização operacional e a capacidade de resposta sistêmica. Trata-se de um avanço institucional relevante, que eleva a integridade do ecossistema de pagamentos e consolida bases técnicas para uma política pública permanente de segurança digital.”  Leandro Vilain, CEO da ABBC.

 


“A atuação coordenada é importante para reduzir fraudes com escala e eficiência. A Abecs segue comprometida em fortalecer padrões de segurança, ampliar o diálogo técnico e apoiar iniciativas que protejam os consumidores e preservem a confiança no ecossistema de pagamentos”, Giancarlo Greco, presidente da Abecs.

 


“Garantir segurança a usuários — que hoje se beneficiam, pelos avanços em competição observados nos últimos quinze anos, a uma ampla gama de provedores de serviços financeiros essenciais — é prioridade absoluta da Abipag, que continuará contribuindo com a Aliança e outras iniciativas”. Vinicius Carrasco, Diretor Executivo da ABIPAG

 


“Os mais de 110 milhões de usuários do sistema financeiro digital contam com a nossa capacidade de articulação e resposta rápida aos incidentes. O nosso ambiente é seguro e resiliente, e a inclusão financeira digital é a marca do nosso país. Estamos preparados combater os desvios e para apoiar as autoridades nessa frente que envolve articulação rápida, educação e estratégia.” Carol Conway, presidente do Conselho Consultivo Abranet

 


“A Aliança de Combate a Fraudes é, acima de tudo, um compromisso com a sociedade. É um pacto para que cada cidadão possa confiar no ambiente digital, para que empresas possam inovar sem medo, para que o país avance com segurança e transparência. A mensagem que queremos passar é clara: ninguém está sozinho nessa luta. O combate à fraude não é responsabilidade isolada de bancos, empresas de tecnologia, órgãos públicos ou reguladores. É uma missão coletiva, que exige engajamento, vigilância e colaboração de todos. O Brasil está unido. O setor financeiro, as empresas de telecomunicações, o varejo, as empresas de tecnologia, as autoridades públicas e a sociedade estão conectadas, atentas e determinadas a proteger o cidadão.” Isaac Sidney, presidente Febraban


“Essa colaboração marca um movimento essencial para proteger a população contra fraudes e oferecer ainda mais tranquilidade no uso de serviços públicos e financeiros. Trata-se de um trabalho conjunto e coordenado para elevar o nível de segurança e confiança no ambiente de meios de pagamento”. Eduardo Lopes, presidente Zetta.


São Paulo, 3 de Dezembro de 2025


Sobre o Fórum Técnico de Entidades do Setor de Pagamentos
As entidades que representam a indústria de pagamentos no Brasil criaram em setembro de 2024 um fórum técnico para promover o diálogo e o debate para o aperfeiçoamento do setor de meios de pagamento. O grupo é formado pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC), Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), Associação Brasileira de Instituições de Pagamentos (Abipag), Associação Brasileira de Internet (Abranet), Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Zetta, associação de empresas de tecnologia que oferecem serviços financeiros digitais. Em reuniões periódicas, o debate propõe aprimorar o ambiente jurídico e econômico, visando a melhoria contínua de serviços e produtos, incluindo a frente de cartões de crédito, um dos mais relevantes meios de pagamento no Brasil.

 

Assessorias de imprensa
 

ABBC – Associação Brasileira de Bancos 
Approach Comunicação | abbc@approach.com.br
Jean Sfakianakis | 11 97414-3220 | jean.sfakianakis@approach.com.br
Jacqueline Campos | 11 99682 8923 | jacqueline.campos@approach.com.br
Raphael Pozzi | 11 99588-2436 | raphael.pozzi@approach.com.br

Abecs - Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços
diego.casarotti@inpresspni.com.br  11 – 9 8917.0589

Abipag - Associação Brasileira de Instituições de Pagamentos
luis.garcia@fsb.com.br 11- 9 7036.0705

Abranet - Associação Brasileira de Internet
elaine@abranet.org.br lainegomes@me.com 11- 9 8348-7907

Febraban - Federação Brasileira de Bancos
11 3244-9831/9942
imprensa@febraban.org.br

Zetta - Associação que representa empresas do setor financeiro e de meios de pagamentos
thais.thomaz@ovocom.com.br 11-9 8904.1366
 

leia

também

  • Drex, a moeda digital nacional, teve 500 operações de 11 instituições em 50 dias de piloto

    Drex, a moeda digital nacional, teve 500 operações de 11 instituições em 50 dias de piloto

    13 de setembro de 2023 | Redação da Abranet

    O Banco Central (BC) informou que, em 50 dias de projeto piloto, 500 transações foram bem sucedidas no Drex, a moeda digital brasileira, e 11 instituições operam na rede. Segundo a autoridade monetária, os participantes do programa começaram a ser incorporados à plataforma no fim de julho. De lá para cá, vários tipos de operações têm sido simuladas, tanto no atacado quanto no varejo, disse o BC. De acordo com a autarquia, a primeira emissão de títulos públicos federais na plataforma Drex para fins de simulação foi realizada nessa segunda-feira (11). Cada um dos participantes já habilitados recebeu uma cota da versão para simulação dos títulos públicos e, a partir de então, podem iniciar também a simulação de procedimentos de compra e venda desses títulos entre eles e entres clientes simulados, afirmou. Vários tipos de operações têm sido simuladas tanto no atacado quanto no varejo – como criação de carteiras, emissão e destruição de Drex e transferências simuladas entre bancos e entre clientes. Todos os participantes conectados já realizaram ao menos alguns desses tipos de transações, sendo que cerca de 500 operações foram conduzidas com sucesso. A primeira fase do piloto deve ser encerrada no meio de 2024, com o desenvolvimento ainda de outras facilidades na fase seguinte. A cada semana, um tipo novo de operação é realizado pelas instituições participantes. Todas essas transações são apenas simuladas e se destinam ao teste de infraestrutura básica do Drex, que ainda não conta com a soluções de proteção à privacidade que serão testadas ao longo do Piloto Drex, ressaltou o BC.

    ler mais
  • BC publica cronograma para testes do Pix Automático

    BC publica cronograma para testes do Pix Automático

    04 de setembro de 2024 | Da Redação Abranet

    O Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central publicou nesta quarta, 4/9, uma nova instrução normativa que trata de diferentes aspectos da adesão ao Pix, além de prever a oferta de produtos e serviços adicionais ou facultativos. A norma trata de como os interessados, tenham já ou não autorização do BC para operar, devem fazer para aderirem ao sistema de pagamento instantâneo, as diversas etapas do processo e exigências para a formalização, como o projeto de experiencia do usuário, uso de QR Codes, etc. A autoridade monetária também trata de como instituições autorizadas a funcionar podem oferecer serviços adicionais, se habilitar ao Diretório de Identificadores de Contas Transacionais – DICT, ou serviços de iniciação de pagamentos, saque, por exemplo. Prevê, ainda, que uma instituição já participante do Pix, ou em processo de adesão, poderá apresentar, a qualquer tempo, pedido para ofertar ou consumir funcionalidades, de natureza facultativa, relacionadas ao Pix Automático. Além disso, a IN 511 traz um cronograma relacionado aos testes do Pix Automático: I – instituições que concluíram a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix antes de 28 de abril de 2025, inclusive instituições participantes em operação, devem realizar com sucesso os testes entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025; II – instituições que concluíram a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025 devem realizar com sucesso os testes no prazo de oito semanas contadas a partir da conclusão com sucesso da etapa homologatória pertinente; III – instituições que não concluírem a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix até 6 de junho de 2025 devem concluir os testes do Pix Automático dentro do prazo determinado para a conclusão com sucesso dessa etapa; e IV – instituições participantes em operação que ofertem conta apenas a usuários pessoa jurídica e optem por não ofertar pagamentos via Pix Automático devem encaminhar formulário cadastral indicando dispensa da oferta de Pix Automático até 4 de abril de 2025. Instituições participantes do Pix que estejam obrigadas a ofertar serviços do Pix Automático ou que, de forma facultativa, enviem até 4 de abril de 2025 formulário de atualização cadastral indicando a intenção de oferta de serviços do Pix Automático, devem cumprir os testes entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025.

    ler mais
  • Comitê que vai definir futuro da internet tem dois brasileiros

    Comitê que vai definir futuro da internet tem dois brasileiros

    15 de julho de 2014 | Roberta Prescott

    Passado o evento NetMundial, agora representantes de grupos setoriais trabalham juntos para formar comitê que vai elaborar uma proposta para nortear a migração dos trabalhos da Iana, sigla em inglês para Autoridade para Designação de Números da Internet, para, ao que tudo indica, uma entidade multissetorial.; A IANA é um departamento da ICANN (em português, Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números), cujo controle, até agora, é exercido pela NTIA, agência dos EUA responsável por aconselhar o presidente nos assuntos envolvendo políticas de telecomunicações e de informação.; O atual contrato do governo dos Estados Unidos com a ICANN para gerenciar as funções técnicas de DNS expira em 30 de setembro de 2015, podendo ser estendido por até quatro anos, se a comunidade precisar de mais tempo para desenvolver a proposta de transição. Desde que os Estados Unidos anunciaram sua saída, entidades do mundo todo vêm se organizando para debater como será a feita a transição e quem ficará na coordenação.; Durante o NetMundial, realizado entre 23 e 24 de abril, em São Paulo, o governo dos Estados Unidos se opôs a um modelo multilateral, apontando, entre as condicionantes para a transição, que apoiam o modelo multissetorial (multistakeholder). Os EUA também deixaram claro que não vão aceitar uma proposta de transição que substitua o papel NTIA com uma solução conduzida por algum governo ou uma solução intergovernamental.; O NetMundial foi aclamado por seus participantes por indicar uma série de princípios que devem reger a internet, como a neutralidade de rede, a liberdade de expressão e o direito de acesso. A consolidação destes princípios foi o grande legado, como explicou para a Abranet Vanda Scartezini, representante para a América Latina da ONG PIR. ; ; Cada um dos grupos dos stakeholders, líderes dos principais setores da cada sociedade interessados no tema, elege os participantes que integrarão o comitê, sempre visando ao caráter técnico e não político. No total, cerca de 30 pessoas integrarão o comitê de trabalho cujo objetivo é apresentar uma proposta do que poderia substituir o controle que hoje é da NTIA. Dois brasileiros fazem parte deste comitê: Demi Getschko, do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), e Hartmut Richard Glaser, secretário-executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br.; A expectativa, explica Vanda Scartezini, é ter alguma proposta no próximo encontro da ICANN, em outubro em Los Angeles. Despois disto, as ideias vão para consulta pública, quando recebem críticas e sugestões, que são compiladas e analisadas. “Esta é a primeira fase de trabalhos. Como é um grupo grande, imagino que eles devam se dividir em subgrupos”, comenta. ; ;

    ler mais