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  4. Gartner: fornecedores que não se adaptarem à nuvem estão em risco

Gartner: fornecedores que não se adaptarem à nuvem estão em risco

03 de março de 2022

por Redação da Abranet

A mudança para a nuvem só tem se acelerado nos últimos dois anos, devido à Covid-19, uma vez que as organizações precisam responder aos novos modelos de negócios e as novas dinâmicas sociais, afirmou, em nota, Michael Warrilow, vice-presidente de pesquisa do Gartner.  Segundo ele, fornecedores de serviços e de tecnologia que falharem em se adaptar ao ritmo de mudança para nuvem enfrentarão riscos crescentes de se tornar obsoletos ou, no melhor cenário, sendo relegados ao mercado de baixo crescimento.  A contínua transformação dos mercados de TI por meio da nuvem será amplificada pela adoção de novas tecnologias, incluindo a nuvem distribuída. Os analistas do Gartner preveem que muitas companhias irão aproximar cada vez mais as linhas de investimento entre as ofertas tradicionais e em cloud.  Segundo o Gartner, a adoção corporativa da nuvem distribuída tem o potencial de acelerar ainda mais a mudança para a cloud computing, de maneira geral, à medida que essa solução trará serviços de nuvem pública para domínios que não eram majoritariamente voltados aos investimentos em cloud, além também permitir a expansão de companhias de mercados endereçáveis. As organizações estão avaliando-o devido à sua capacidade de atender a requisitos específicos do local, como soberania de dados, baixa latência e largura de banda de rede.  Para capitalizar a mudança para a nuvem, o Gartner recomenda que os fornecedores de tecnologia e de serviços segmentem suas ofertas em frentes nas quais a mudança está ocorrendo de forma mais agressiva, além de buscar novas oportunidades de nuvem de alto crescimento.  Como exemplo, a consultoria apontou os segmentos relacionados à infraestrutura que têm um nível mais baixo de adoção de ferramentas cloud e devem crescer mais rapidamente do que segmentos como aplicativos corporativos que já são altamente baseados nesse modelo. Os fornecedores também devem visar a ‘personas’ específicas, perfis de adoção e casos de uso com iniciativas de entrada no mercado.  Setor em alta Os gastos corporativos de tecnologia da informação com computação em nuvem pública, dentro dos segmentos de mercado endereçáveis (addressable markets, em inglês), ultrapassarão os gastos com TI tradicional em 2025, de acordo com a mais recente pesquisa do Gartner.  A pesquisa de “Cloud Shift”, do Gartner, inclui apenas as categorias de TI corporativa que podem fazer a transição para a nuvem, dentro dos mercados de software de aplicativo, software de infraestrutura, serviços de processos de negócios e aplicações para infraestrutura de sistema.  Segundo a análise, até 2025, 51% dos gastos com TI nessas quatro categorias terão migrado das soluções tradicionais para a nuvem pública, dez pontos acima do atual índice de 41%, em 2022. Quase dois terços (65,9%) dos gastos nas operações software de aplicativo serão direcionados para tecnologias cloud em 2025, acima dos 57,7% em 2022.  Em 2022, as ofertas tradicionais constituirão 58,7% dos gastos nas companhias de mercado endereçável, mas o crescimento de investimento nessas soluções será muito menor do que a nuvem. A demanda por recursos de integração, processos de trabalho ágeis e arquitetura composta impulsionará a mudança contínua para a cloud computing, à medida que as iniciativas de transformação digital e modernização de longo prazo forem antecipadas. Os gerentes de produtos de tecnologia devem usar a mudança para a Nuvem como uma iniciativa de oportunidade de mercado.  Em 2022, a expectativa é que os gastos corporativos de TI alcancem mais de US$ 1,3 trilhão, crescendo para quase US$ 1,8 trilhão em 2025, impulsionados, principalmente, pela mudança à nuvem, que representará mais de US$ 900 bilhões, segundo o Gartner. 

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    13 de setembro de 2023 | Redação da Abranet

    O Banco Central (BC) informou que, em 50 dias de projeto piloto, 500 transações foram bem sucedidas no Drex, a moeda digital brasileira, e 11 instituições operam na rede. Segundo a autoridade monetária, os participantes do programa começaram a ser incorporados à plataforma no fim de julho. De lá para cá, vários tipos de operações têm sido simuladas, tanto no atacado quanto no varejo, disse o BC. De acordo com a autarquia, a primeira emissão de títulos públicos federais na plataforma Drex para fins de simulação foi realizada nessa segunda-feira (11). Cada um dos participantes já habilitados recebeu uma cota da versão para simulação dos títulos públicos e, a partir de então, podem iniciar também a simulação de procedimentos de compra e venda desses títulos entre eles e entres clientes simulados, afirmou. Vários tipos de operações têm sido simuladas tanto no atacado quanto no varejo – como criação de carteiras, emissão e destruição de Drex e transferências simuladas entre bancos e entre clientes. Todos os participantes conectados já realizaram ao menos alguns desses tipos de transações, sendo que cerca de 500 operações foram conduzidas com sucesso. A primeira fase do piloto deve ser encerrada no meio de 2024, com o desenvolvimento ainda de outras facilidades na fase seguinte. A cada semana, um tipo novo de operação é realizado pelas instituições participantes. Todas essas transações são apenas simuladas e se destinam ao teste de infraestrutura básica do Drex, que ainda não conta com a soluções de proteção à privacidade que serão testadas ao longo do Piloto Drex, ressaltou o BC.

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    04 de setembro de 2024 | Da Redação Abranet

    O Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central publicou nesta quarta, 4/9, uma nova instrução normativa que trata de diferentes aspectos da adesão ao Pix, além de prever a oferta de produtos e serviços adicionais ou facultativos. A norma trata de como os interessados, tenham já ou não autorização do BC para operar, devem fazer para aderirem ao sistema de pagamento instantâneo, as diversas etapas do processo e exigências para a formalização, como o projeto de experiencia do usuário, uso de QR Codes, etc. A autoridade monetária também trata de como instituições autorizadas a funcionar podem oferecer serviços adicionais, se habilitar ao Diretório de Identificadores de Contas Transacionais – DICT, ou serviços de iniciação de pagamentos, saque, por exemplo. Prevê, ainda, que uma instituição já participante do Pix, ou em processo de adesão, poderá apresentar, a qualquer tempo, pedido para ofertar ou consumir funcionalidades, de natureza facultativa, relacionadas ao Pix Automático. Além disso, a IN 511 traz um cronograma relacionado aos testes do Pix Automático: I – instituições que concluíram a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix antes de 28 de abril de 2025, inclusive instituições participantes em operação, devem realizar com sucesso os testes entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025; II – instituições que concluíram a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025 devem realizar com sucesso os testes no prazo de oito semanas contadas a partir da conclusão com sucesso da etapa homologatória pertinente; III – instituições que não concluírem a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix até 6 de junho de 2025 devem concluir os testes do Pix Automático dentro do prazo determinado para a conclusão com sucesso dessa etapa; e IV – instituições participantes em operação que ofertem conta apenas a usuários pessoa jurídica e optem por não ofertar pagamentos via Pix Automático devem encaminhar formulário cadastral indicando dispensa da oferta de Pix Automático até 4 de abril de 2025. Instituições participantes do Pix que estejam obrigadas a ofertar serviços do Pix Automático ou que, de forma facultativa, enviem até 4 de abril de 2025 formulário de atualização cadastral indicando a intenção de oferta de serviços do Pix Automático, devem cumprir os testes entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025.

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    15 de julho de 2014 | Roberta Prescott

    Passado o evento NetMundial, agora representantes de grupos setoriais trabalham juntos para formar comitê que vai elaborar uma proposta para nortear a migração dos trabalhos da Iana, sigla em inglês para Autoridade para Designação de Números da Internet, para, ao que tudo indica, uma entidade multissetorial.; A IANA é um departamento da ICANN (em português, Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números), cujo controle, até agora, é exercido pela NTIA, agência dos EUA responsável por aconselhar o presidente nos assuntos envolvendo políticas de telecomunicações e de informação.; O atual contrato do governo dos Estados Unidos com a ICANN para gerenciar as funções técnicas de DNS expira em 30 de setembro de 2015, podendo ser estendido por até quatro anos, se a comunidade precisar de mais tempo para desenvolver a proposta de transição. Desde que os Estados Unidos anunciaram sua saída, entidades do mundo todo vêm se organizando para debater como será a feita a transição e quem ficará na coordenação.; Durante o NetMundial, realizado entre 23 e 24 de abril, em São Paulo, o governo dos Estados Unidos se opôs a um modelo multilateral, apontando, entre as condicionantes para a transição, que apoiam o modelo multissetorial (multistakeholder). Os EUA também deixaram claro que não vão aceitar uma proposta de transição que substitua o papel NTIA com uma solução conduzida por algum governo ou uma solução intergovernamental.; O NetMundial foi aclamado por seus participantes por indicar uma série de princípios que devem reger a internet, como a neutralidade de rede, a liberdade de expressão e o direito de acesso. A consolidação destes princípios foi o grande legado, como explicou para a Abranet Vanda Scartezini, representante para a América Latina da ONG PIR. ; ; Cada um dos grupos dos stakeholders, líderes dos principais setores da cada sociedade interessados no tema, elege os participantes que integrarão o comitê, sempre visando ao caráter técnico e não político. No total, cerca de 30 pessoas integrarão o comitê de trabalho cujo objetivo é apresentar uma proposta do que poderia substituir o controle que hoje é da NTIA. Dois brasileiros fazem parte deste comitê: Demi Getschko, do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), e Hartmut Richard Glaser, secretário-executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br.; A expectativa, explica Vanda Scartezini, é ter alguma proposta no próximo encontro da ICANN, em outubro em Los Angeles. Despois disto, as ideias vão para consulta pública, quando recebem críticas e sugestões, que são compiladas e analisadas. “Esta é a primeira fase de trabalhos. Como é um grupo grande, imagino que eles devam se dividir em subgrupos”, comenta. ; ;

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