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  4. Prysmian vê crescimento de consumo de fibra por mais três anos

Prysmian vê crescimento de consumo de fibra por mais três anos

08 de maio de 2018

por Roberta Prescott

Os projetos de fibra óptica no Brasil vêm crescendo de forma significativa durante os dois ultimos anos e a Prysmian acredita que o crescimento se manterá para os próximos dois a três anos. “Isso aumentará o consumo de fibra de forma significativamente, puxado não só pelos investimentos das grandes operadoras, mas também pelos provedores de internet”, afirmou Reinaldo Jeronymo, diretor da divisão de telecomunicações da Prysmian para a América do Sul. Atualmente, o mercado de empresas de internet representa 33% do volume de vendas de cabos ópticos da Prysmian no Brasil. A Prysmian no Brasil faturou R$ 1,5 bilhão em 2017. No setor de telecomunicações, a empresa obteve um crescimento de 8% nos negócios no País. Já na área de energia, o aumento foi de 3% em relação ao período anterior, porém, sofrendo com a paralisia no mercado de Oil & Gas, com uma redução de 50%. O resultado operacional da Prysmian no Brasil em 2017 foi de R$ 39,3 milhões com uma liquidez financeira de R$ 161,9 milhões.  Abranet - Qual é a estratégia da Prysmian para o mercado de ISPs? Reinaldo Jeronymo - A nossa estratégia é continuar focando no atendimento e suporte para os provedores. A participação em eventos, feiras e seminários deste setor é fundamental. A esses eventos, ainda adicionamos um dia para ministrarmos um treinamento do que chamamos “Inovation day”, onde são apresentadas as últimas soluções e produtos para a implantação de uma rede em fibra óptica. Outro ponto fundamental è que a cada ano aperfeiçoamos nossos procedimentos internos para dar mais agilidade nas nossas respostas.  O que os ISPs representam para a a Prysmian? Já há alguns anos, esse mercado passou a ser muito estratégico para a Prysmian, não somente em termos de volume de vendas, mas tambem para compensar flutuações em outros segmentos do mercado de telecom. Hoje, os ISP representam 33% do volume de vendas de cabos ópticos da Prysmian para o mercado brasileiro. Como a Prysmian enxerga a adoção de fibra ótica para os próximos dois anos? Haverá aumento de compra e o puxa este crescimento?  Os projetos de fibra óptica no Brasil vêm crescendo de forma significativa durante os dois ultimos anos e acreditamos que esse crescimento se manterá para os próximos dois a três anos. Isso aumentará o consumo de fibra de forma significativamente, puxado não só pelos investimentos das grandes operadoras, mas também pelos provedores de internet.  Esse setor continuará aquecido uma vez que 50% dos domicílios do País ainda não estão conectados à internet e já ficou provado que uma boa infraestrutura de rede abre oportunidades de negócios, que vão além da venda do serviço somente de internet, tais como, TV na web, conteúdos próprios da região, vendas de anuncios do comercio local, etc. Além disso, com acesso à fibra, os usuários podem fazer o seu streaming sem interrupções. Para se ter uma idéia de como a Prysmian acredita neste mercado, estamos investindo este ano mais R$ 18 milhões na fábrica de fibras ópticas para expansão e modernização. Essa mesma fábrica, já recebeu investimentos de mais de R$ 200 milhões nos ultimos 15 anos, dos quais R$ 50 milhões nos últimos três anos.  Muitas empresas dizem que quem puxou a implantação da rede de fibra no Brasil foi o mercado dos ISPs, a Prysmian concorda? Por quê? Não é verdade. A implantação das redes de fibra óptica se deu muito antes do “boom” dos provedores de internet. Começaram com a antiga Telebras e, depois da privatização, por meio das operadoras. O que é, sim, verdade, é que os provedores de internet foram realmente os responsáveis por aumentar a competição de fornecimento de banda larga através da fibra (FTTH) em muitos dos municípios onde as operadoras chegavam somente com banda larga em cobre, fazendo com que os provedores começaassem a capturar muito mais clientes dando início assim a migração do rádio para fibra e puxando a implantação de redes em fibra para cima, mesmo, apesar de ainda em certas regiões, devido ao CAPEX envolvido para implantar uma rede 100%, alguns utilizarem fibra até a central (OLT) e depois cabos UTP até os assinantes, tecnologia conhecida como PAC PON. Mas que no final tambem utilizam uma grande parte em fibra óptica.

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    13 de setembro de 2023 | Redação da Abranet

    O Banco Central (BC) informou que, em 50 dias de projeto piloto, 500 transações foram bem sucedidas no Drex, a moeda digital brasileira, e 11 instituições operam na rede. Segundo a autoridade monetária, os participantes do programa começaram a ser incorporados à plataforma no fim de julho. De lá para cá, vários tipos de operações têm sido simuladas, tanto no atacado quanto no varejo, disse o BC. De acordo com a autarquia, a primeira emissão de títulos públicos federais na plataforma Drex para fins de simulação foi realizada nessa segunda-feira (11). Cada um dos participantes já habilitados recebeu uma cota da versão para simulação dos títulos públicos e, a partir de então, podem iniciar também a simulação de procedimentos de compra e venda desses títulos entre eles e entres clientes simulados, afirmou. Vários tipos de operações têm sido simuladas tanto no atacado quanto no varejo – como criação de carteiras, emissão e destruição de Drex e transferências simuladas entre bancos e entre clientes. Todos os participantes conectados já realizaram ao menos alguns desses tipos de transações, sendo que cerca de 500 operações foram conduzidas com sucesso. A primeira fase do piloto deve ser encerrada no meio de 2024, com o desenvolvimento ainda de outras facilidades na fase seguinte. A cada semana, um tipo novo de operação é realizado pelas instituições participantes. Todas essas transações são apenas simuladas e se destinam ao teste de infraestrutura básica do Drex, que ainda não conta com a soluções de proteção à privacidade que serão testadas ao longo do Piloto Drex, ressaltou o BC.

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    04 de setembro de 2024 | Da Redação Abranet

    O Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central publicou nesta quarta, 4/9, uma nova instrução normativa que trata de diferentes aspectos da adesão ao Pix, além de prever a oferta de produtos e serviços adicionais ou facultativos. A norma trata de como os interessados, tenham já ou não autorização do BC para operar, devem fazer para aderirem ao sistema de pagamento instantâneo, as diversas etapas do processo e exigências para a formalização, como o projeto de experiencia do usuário, uso de QR Codes, etc. A autoridade monetária também trata de como instituições autorizadas a funcionar podem oferecer serviços adicionais, se habilitar ao Diretório de Identificadores de Contas Transacionais – DICT, ou serviços de iniciação de pagamentos, saque, por exemplo. Prevê, ainda, que uma instituição já participante do Pix, ou em processo de adesão, poderá apresentar, a qualquer tempo, pedido para ofertar ou consumir funcionalidades, de natureza facultativa, relacionadas ao Pix Automático. Além disso, a IN 511 traz um cronograma relacionado aos testes do Pix Automático: I – instituições que concluíram a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix antes de 28 de abril de 2025, inclusive instituições participantes em operação, devem realizar com sucesso os testes entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025; II – instituições que concluíram a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025 devem realizar com sucesso os testes no prazo de oito semanas contadas a partir da conclusão com sucesso da etapa homologatória pertinente; III – instituições que não concluírem a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix até 6 de junho de 2025 devem concluir os testes do Pix Automático dentro do prazo determinado para a conclusão com sucesso dessa etapa; e IV – instituições participantes em operação que ofertem conta apenas a usuários pessoa jurídica e optem por não ofertar pagamentos via Pix Automático devem encaminhar formulário cadastral indicando dispensa da oferta de Pix Automático até 4 de abril de 2025. Instituições participantes do Pix que estejam obrigadas a ofertar serviços do Pix Automático ou que, de forma facultativa, enviem até 4 de abril de 2025 formulário de atualização cadastral indicando a intenção de oferta de serviços do Pix Automático, devem cumprir os testes entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025.

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    15 de julho de 2014 | Roberta Prescott

    Passado o evento NetMundial, agora representantes de grupos setoriais trabalham juntos para formar comitê que vai elaborar uma proposta para nortear a migração dos trabalhos da Iana, sigla em inglês para Autoridade para Designação de Números da Internet, para, ao que tudo indica, uma entidade multissetorial.; A IANA é um departamento da ICANN (em português, Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números), cujo controle, até agora, é exercido pela NTIA, agência dos EUA responsável por aconselhar o presidente nos assuntos envolvendo políticas de telecomunicações e de informação.; O atual contrato do governo dos Estados Unidos com a ICANN para gerenciar as funções técnicas de DNS expira em 30 de setembro de 2015, podendo ser estendido por até quatro anos, se a comunidade precisar de mais tempo para desenvolver a proposta de transição. Desde que os Estados Unidos anunciaram sua saída, entidades do mundo todo vêm se organizando para debater como será a feita a transição e quem ficará na coordenação.; Durante o NetMundial, realizado entre 23 e 24 de abril, em São Paulo, o governo dos Estados Unidos se opôs a um modelo multilateral, apontando, entre as condicionantes para a transição, que apoiam o modelo multissetorial (multistakeholder). Os EUA também deixaram claro que não vão aceitar uma proposta de transição que substitua o papel NTIA com uma solução conduzida por algum governo ou uma solução intergovernamental.; O NetMundial foi aclamado por seus participantes por indicar uma série de princípios que devem reger a internet, como a neutralidade de rede, a liberdade de expressão e o direito de acesso. A consolidação destes princípios foi o grande legado, como explicou para a Abranet Vanda Scartezini, representante para a América Latina da ONG PIR. ; ; Cada um dos grupos dos stakeholders, líderes dos principais setores da cada sociedade interessados no tema, elege os participantes que integrarão o comitê, sempre visando ao caráter técnico e não político. No total, cerca de 30 pessoas integrarão o comitê de trabalho cujo objetivo é apresentar uma proposta do que poderia substituir o controle que hoje é da NTIA. Dois brasileiros fazem parte deste comitê: Demi Getschko, do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), e Hartmut Richard Glaser, secretário-executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br.; A expectativa, explica Vanda Scartezini, é ter alguma proposta no próximo encontro da ICANN, em outubro em Los Angeles. Despois disto, as ideias vão para consulta pública, quando recebem críticas e sugestões, que são compiladas e analisadas. “Esta é a primeira fase de trabalhos. Como é um grupo grande, imagino que eles devam se dividir em subgrupos”, comenta. ; ;

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