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Infraestrutura de TI atual das empresas não suporta transformação digital

01 de fevereiro de 2018

por Roberta Prescott

Ainda que, na última terça-feira (30/01), a IDC tenha apontado que a crise econômica ajudou a acelerar a transformação digital no Brasil, as empresas estão apenas no começo desta a jornada. Para avançar, elas precisam mudar sua infraestrutura de TI, de modo a contar com um ambiente ágil e que facilite as inovações.    A primeira edição do estudo IT² - Indicador de Transformação da TI, encomendada pela Dell EMC e a Intel para IDC, mostrou que, em uma escala de 0 a 100, as companhias instaladas no Brasil atingiram uma média de 43,7 pontos. O indicador baixo era esperado, disse Marcelo Medeiros, vice-presidente da divisão de soluções computacionais e de redes da Dell EMC na América Latina, durante coletiva de imprensa para anúncio dos resultados, nesta quinta-feira, 01/02. O dado não chega a ser uma surpresa e evidencia que elas têm um longo caminho a ser percorrido para que o ambiente tecnológico esteja preparado para suportar as demandas por digitalização. O grande obstáculo segue sendo o sistema legado. Por mais que a diferença do porcentual dos gastos para manutenção de legado comparado aos investimentos para inovação esteja diminuindo, 45% das empresas pesquisadas afirmaram que alocam mais de 60% do orçamento para manter o sistema legado.   “Existe uma grande decisão a ser tomada pelos gestores de tecnologia: como manter a empresa funcionando com sistemas legados ao mesmo tempo em que começa a trabalhar com plataformas inovadoras”, salientou Medeiros. “Sem a TI se transformar, a empresa não se transforma digitalmente”, acrescentou. Há de se reconhecer, contudo, que alguns passos começam a ser dados. “Você não vê mais empresa apoiada apenas em mainframe”, apontou Pietro Delai, gerente de pesquisa e consultoria de infraestrutura da IDC Brasil, explicando que existem companhias em diversos momentos. “Mas o gestor de TI ainda tem dificuldade em direcionar investimentos  para a inovação. Ele teria de otimizar caixa, economizar em algum lugar, para gerar caixa em inovação”, detalhou. É justamente este espaço que a Dell EMC quer ocupar. Se, por um lado, o déficit na virtualização apontado pela pesquisa evidencia um atraso das empresas brasileiras, por outro, no olhar da Dell EMC, representa um vasto campo a ser explorado. “A TI ainda precisa automatizar recursos além do processamento e a automação de certos recursos tem um caminho longo pela frente”, disse o VP Marcelo Medeiros. Dos entrevistados, 67% afirmaram que já virtualizaram mais de 50% do seu processamento, mas virtualizar servidores é o primeiro passo. Ao observar outros itens, como armazenamento, rede, proteção de dados e desktop, fica evidencia o espaço a ser ocupado. Por exemplo, 45% das empresas tem zero de virtualização em armazenamento (storage); 46% não tem nada virtualizado em proteção de dados, ou seja, replicação e backup. O porcentual é ainda maior para rede (54%) e sobe para 76% em relação a desktops. O motivo, diz o VP da Dell EMC, é que, embora VDI tenha retorno, o tempo de implantação é longo e nas empresas outros projetos acabam passando na frente, ganhando prioridade, e VDI perde. “Os gestores de TI deveriam ficar atentos, porque existe dinheiro nisto. Com VDI, há oportunidade de redução de esforço de gerenciamento e de custos com licenças de software”, detalhou. O levantamento também demonstrou que só 9% das empresas consultadas têm a infraestrutura de TI na modalidade de cloud, com automação, cobrança por uso e acesso pela internet. Enquanto que a maioria encontra-se no estágio inicial da modernização, com 40% das organizações na fase de virtualização (com consolidação e gerenciamento dos equipamentos virtualizados) e 40% na etapa de consolidação dos ambientes. Outros 11% das corporações apontam que estão em fase de automação, com virtualização de equipamentos e provisionamento da infraestrutura sob demanda. Medeiros ressaltou que, ainda que a nuvem pública e privada cresçam a uma taxa de 20% ao ano, apenas 9% dos gestores de TI consideram que as empresas estão plenamente na nuvem. “Vemos oportunidade neste campo”, afirmou. Outro segmento com alto potencial é o de computação em memória (in-memory computing), uma vez que 17% dos respondentes afirmaram desconhecer o termo. O estudo foi feito com base na autoavaliação dos gestores de TI acerca do estágio de maturidade no qual eles acreditam que as empresas se encontram em diversos aspectos. Foram entrevistados 250 profissionais responsáveis pela decisão de compra da infraestrutura de TI de empresas privadas com mais de 250 funcionários. A análise, realizada no segundo semestre de 2017, avaliou três grandes indicadores essenciais para a maturidade dos ambientes tecnológicos para suportar a transformação digital dos negócios: processos internos e cultura (avaliando o alinhamento TI e negócios; ROI; legado versus inovação; e demanda de negócios), automação de processos (avaliando o porcentual de virtualização; oferta de nuvem interna; maturidade de DevOps e chargeback) e modernização da infraestrutura (considerando itens como o estágio da infraestrutura; adoção de in-memory, open network, flash e SDS; jornada de cloud e investimentos).

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    13 de setembro de 2023 | Redação da Abranet

    O Banco Central (BC) informou que, em 50 dias de projeto piloto, 500 transações foram bem sucedidas no Drex, a moeda digital brasileira, e 11 instituições operam na rede. Segundo a autoridade monetária, os participantes do programa começaram a ser incorporados à plataforma no fim de julho. De lá para cá, vários tipos de operações têm sido simuladas, tanto no atacado quanto no varejo, disse o BC. De acordo com a autarquia, a primeira emissão de títulos públicos federais na plataforma Drex para fins de simulação foi realizada nessa segunda-feira (11). Cada um dos participantes já habilitados recebeu uma cota da versão para simulação dos títulos públicos e, a partir de então, podem iniciar também a simulação de procedimentos de compra e venda desses títulos entre eles e entres clientes simulados, afirmou. Vários tipos de operações têm sido simuladas tanto no atacado quanto no varejo – como criação de carteiras, emissão e destruição de Drex e transferências simuladas entre bancos e entre clientes. Todos os participantes conectados já realizaram ao menos alguns desses tipos de transações, sendo que cerca de 500 operações foram conduzidas com sucesso. A primeira fase do piloto deve ser encerrada no meio de 2024, com o desenvolvimento ainda de outras facilidades na fase seguinte. A cada semana, um tipo novo de operação é realizado pelas instituições participantes. Todas essas transações são apenas simuladas e se destinam ao teste de infraestrutura básica do Drex, que ainda não conta com a soluções de proteção à privacidade que serão testadas ao longo do Piloto Drex, ressaltou o BC.

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    04 de setembro de 2024 | Da Redação Abranet

    O Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central publicou nesta quarta, 4/9, uma nova instrução normativa que trata de diferentes aspectos da adesão ao Pix, além de prever a oferta de produtos e serviços adicionais ou facultativos. A norma trata de como os interessados, tenham já ou não autorização do BC para operar, devem fazer para aderirem ao sistema de pagamento instantâneo, as diversas etapas do processo e exigências para a formalização, como o projeto de experiencia do usuário, uso de QR Codes, etc. A autoridade monetária também trata de como instituições autorizadas a funcionar podem oferecer serviços adicionais, se habilitar ao Diretório de Identificadores de Contas Transacionais – DICT, ou serviços de iniciação de pagamentos, saque, por exemplo. Prevê, ainda, que uma instituição já participante do Pix, ou em processo de adesão, poderá apresentar, a qualquer tempo, pedido para ofertar ou consumir funcionalidades, de natureza facultativa, relacionadas ao Pix Automático. Além disso, a IN 511 traz um cronograma relacionado aos testes do Pix Automático: I – instituições que concluíram a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix antes de 28 de abril de 2025, inclusive instituições participantes em operação, devem realizar com sucesso os testes entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025; II – instituições que concluíram a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025 devem realizar com sucesso os testes no prazo de oito semanas contadas a partir da conclusão com sucesso da etapa homologatória pertinente; III – instituições que não concluírem a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix até 6 de junho de 2025 devem concluir os testes do Pix Automático dentro do prazo determinado para a conclusão com sucesso dessa etapa; e IV – instituições participantes em operação que ofertem conta apenas a usuários pessoa jurídica e optem por não ofertar pagamentos via Pix Automático devem encaminhar formulário cadastral indicando dispensa da oferta de Pix Automático até 4 de abril de 2025. Instituições participantes do Pix que estejam obrigadas a ofertar serviços do Pix Automático ou que, de forma facultativa, enviem até 4 de abril de 2025 formulário de atualização cadastral indicando a intenção de oferta de serviços do Pix Automático, devem cumprir os testes entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025.

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    15 de julho de 2014 | Roberta Prescott

    Passado o evento NetMundial, agora representantes de grupos setoriais trabalham juntos para formar comitê que vai elaborar uma proposta para nortear a migração dos trabalhos da Iana, sigla em inglês para Autoridade para Designação de Números da Internet, para, ao que tudo indica, uma entidade multissetorial.; A IANA é um departamento da ICANN (em português, Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números), cujo controle, até agora, é exercido pela NTIA, agência dos EUA responsável por aconselhar o presidente nos assuntos envolvendo políticas de telecomunicações e de informação.; O atual contrato do governo dos Estados Unidos com a ICANN para gerenciar as funções técnicas de DNS expira em 30 de setembro de 2015, podendo ser estendido por até quatro anos, se a comunidade precisar de mais tempo para desenvolver a proposta de transição. Desde que os Estados Unidos anunciaram sua saída, entidades do mundo todo vêm se organizando para debater como será a feita a transição e quem ficará na coordenação.; Durante o NetMundial, realizado entre 23 e 24 de abril, em São Paulo, o governo dos Estados Unidos se opôs a um modelo multilateral, apontando, entre as condicionantes para a transição, que apoiam o modelo multissetorial (multistakeholder). Os EUA também deixaram claro que não vão aceitar uma proposta de transição que substitua o papel NTIA com uma solução conduzida por algum governo ou uma solução intergovernamental.; O NetMundial foi aclamado por seus participantes por indicar uma série de princípios que devem reger a internet, como a neutralidade de rede, a liberdade de expressão e o direito de acesso. A consolidação destes princípios foi o grande legado, como explicou para a Abranet Vanda Scartezini, representante para a América Latina da ONG PIR. ; ; Cada um dos grupos dos stakeholders, líderes dos principais setores da cada sociedade interessados no tema, elege os participantes que integrarão o comitê, sempre visando ao caráter técnico e não político. No total, cerca de 30 pessoas integrarão o comitê de trabalho cujo objetivo é apresentar uma proposta do que poderia substituir o controle que hoje é da NTIA. Dois brasileiros fazem parte deste comitê: Demi Getschko, do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), e Hartmut Richard Glaser, secretário-executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br.; A expectativa, explica Vanda Scartezini, é ter alguma proposta no próximo encontro da ICANN, em outubro em Los Angeles. Despois disto, as ideias vão para consulta pública, quando recebem críticas e sugestões, que são compiladas e analisadas. “Esta é a primeira fase de trabalhos. Como é um grupo grande, imagino que eles devam se dividir em subgrupos”, comenta. ; ;

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